Criogênesis alerta que os pacientes devem se informar sobre as técnicas de preservação dos gametas antes de iniciar as sessões de quimioterapia e/ou radioterapia

 Com o avanço da medicina, é cada vez maior o número de pacientes com câncer que tem sucesso no tratamento.  Segundo a Sociedade Americana de Pesquisa sobre o Câncer (The American Association for Cancer Research, AACR), a sobrevivência para esta doença entre americanos passou de 13,7 milhões em janeiro de 2012 para 18 milhões, um aumento de 31% até 2022.

Diante desse cenário, alerta o Dr. Renato de Oliveira, ginecologista especialista em Reprodução Humana da Criogênesis, é essencial que esses pacientes saibam da importância da preservação da fertilidade, ou seja, o congelamento de oócitos, sêmen ou embriões. “Os tratamentos radio e quimioterápicos podem comprometer a fertilidade. Felizmente, é possível congelar os gametas previamente visando a garantia do direito reprodutivo destes pacientes”, informa o médico.

O congelamento de oócitos é hoje uma realidade possível na Criogênesis não só para pacientes com câncer, mas para as mulheres que ainda não tem planos mais objetivos para engravidar em curto espaço de tempo.  Segundo Oliveira, recorre-se à vitrificação, técnica que possibilita maior segurança na preservação do gameta feminino. “Trata-se de um método que conserva a estrutura e a composição do oócito, reduzindo possíveis danos às células. No caso da paciente que apenas deseja postergar a gravidez por questões pessoais, este procedimento denomina-se preservação da fertilidade social”, esclarece.

Homens com câncer também devem se prevenir, conversar com seus médicos e se informar sobre o congelamento do sêmen. “Tumores no testículos, linfoma, leucemia ou outros tipos de câncer podem causar alterações na produção de espermatozoides ou mesmo alguma lesão à função testicular, também interferindo na fertilidade”, informa o urologista Silvio Pires, da Criogênesis.

Dependendo do tumor e do tratamento utilizado, essas alterações nos gametas masculinos podem ser temporárias ou definitivas. “É impossível prever como a fertilidade de um paciente pode ser afetada por estes tratamentos ou por quanto tempo. Os procedimentos mais agressivos podem causar infertilidade em 30% a 95% dos casos. Em alguns casos, o paciente pode recuperar a função reprodutiva parcialmente ou pode voltar a produzir espermatozoides, mas não o suficiente ou com a qualidade necessária para gerar uma vida”, complementa o urologista.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis nasceu em São Paulo e possui mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e é membro associado e acreditado pela AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

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