A possibilidade de liberação de reajuste de preços de planos individuais de saúde, condição que as empresas do setor colocam para que possam aumentar a oferta desses produtos no mercado, esbarrou em mais uma pedra: a equipe do Ministério da Fazenda se posicionou contra a ideia.

CONTROLE REMOTO
O tema tem mobilizado o governo, a ponto de três ministros terem se reunido na semana passada, em Brasília, para discutir o assunto: Joaquim Levy, da Fazenda, Arthur Chioro, da Saúde, e Aloizio Mercadante, da Casa Civil, além da ANS (Agência Nacional de Saúde).

LADO FRÁGIL
Os reajustes dos planos individuais hoje são regulados e definidos pela ANS. Além de os 11 milhões clientes dessa modalidade serem considerados a parte frágil da negociação com as grandes operadoras. Além disso, os técnicos que se posicionam contra a desregulamentação alegam que os consumidores já têm direito adquirido –quando compraram os planos, sabiam que a regra era a de ajustes de preços controlados pelo governo.

Fonte: Mônica Bergamo/ Folha de SP

Compartilhar