Eles soam parecidos, mas são negócios bem diferentes Que a tecnologia tem revolucionado práticas comuns em nosso dia a dia, todos sabemos. Mas em meio a tanta novidade existem também os novos termos que, em muitas das vezes, são inseridos em nosso vocabulário sem sabermos ao certo o seu significado. Exemplos disso são as Fintechs, Legaltechs e Lawtechs, três termos parecidos, mas que caracterizam modelos de negócio muito diferentes.
Vamos entender cada um deles agora! Fintech O nome Fintech vem da junção da palavra Financial com Technology, o que significa tecnologia no setor financeiro. O termo, que pode soar estranho, é usado para nomear empresas, em sua maioria startups, que prestam serviços financeiros, tendo a tecnologia como seu grande diferencial.
O fator mais relevante é que muitas delas não têm agências para o atendimento aos clientes. Todos os serviços prestados são online, por meio de plataformas. Como consequência, está o ganho de tempo, pois tudo pode ser resolvido com alguns cliques.
Cartões de crédito, empréstimos e investimentos, estão entre os produtos que mais atraem clientes para esse modelo de negócio. As fintechs se especializam em um nicho de produtos financeiros, fazendo com que o serviço prestado tenha mais qualidade. Legaltechs e lawtechs Legaltech ou lawtech são termos usados para nomear as startups que criam produtos e serviços baseados em tecnologias para melhorar o setor jurídico.
Essas empresas desenvolvem soluções para facilitar os processos diários dos advogados, conectar cidadãos ao direito e mudar a forma de atuação do poder Judiciário. Atualmente, as lawtechs brasileiras estão divididas em cinco categorias. São elas: - Automação e gestão de documentos, como por exemplo, a certidão de penhor; - Gestão de escritórios e departamentos jurídicos; - Analytics e jurimetria; - Resolução de conflitos online; - Extração e monitoramento de dados públicos.
Hoje, a grande maioria das empresas que se classificam como legaltechs ou lawtechs possui plataformas que possibilitam a resolução de problemas e a implantação de produtos de modo online. A tecnologia oferecida por essas startups promove mais celeridade e menos gargalos em processos vitais de grandes empresas, além de mudar a experiência desses mercados para clientes B2C. Fonte: Docket Leia mais: • Estratégias para administrar Dívidas Fiscais • ANVISA aprova novo regulamento sobre medicamentos derivados de Cannabis para uso humano • Para ser ON, seja OFF