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Previdenciário

Bate-papo conscientiza sobre violência contra a mulher

A juíza Maria Aparecida Consentino fez palestra para funcionárias da empresa Teknisa Com base em experiências da sua rotina de trabalho, a juíza Maria Aparecida Consentino incentivou as mulheres presentes à palestra a participarem das…

A juíza Maria Aparecida Consentino fez palestra para funcionárias da empresa Teknisa Com base em experiências da sua rotina de trabalho, a juíza Maria Aparecida Consentino incentivou as mulheres presentes à palestra a participarem das causas feministas A juíza Maria Consentino, do Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, participou de um bate-papo com mulheres da empresa Teknisa, para conscientizá-las a respeito dos perigos e injustiças enfrentados diariamente. A iniciativa marca a Semana Justiça pela Paz em Casa. A magistrada abordou o tema "Violência doméstica contra a mulher: despertar feminino para uma nova sociedade".

Segundo a juíza, 8 de março — Dia Internacional da Mulher — é uma data que, além de ser celebrada em meio social, tornou-se um momento de reflexão e debate sobre a realidade atual das mulheres. No evento, foi discutido o panorama da construção da sociedade patriarcal, e como o machismo tornou-se estrutural mediante essa formação. A palestrante apontou para a necessidade de desconstruir toda a discriminação e machismo.

Maria Consentino enfatizou as conquistas contra a violência doméstica, como a Lei Maria da Penha e a criação dos juizados e das delegacias especializadas no atendimento à mulher. "Esses instrumentos da lei têm servido de auxílio às vítimas, embora ainda haja necessidade de melhorias para agilizar os processos, como a sistematização das informações", disse. Além disso, a magistrada ressaltou a necessidade de atenção aos indícios de comportamento abusivo por parte do companheiro, ainda no início da relação.

Ciúme excessivo, agressão verbal e até mesmo o histórico dos relacionamentos anteriores do companheiro podem indicar uma possível relação abusiva. Com base em experiências de sua rotina de trabalho, a juíza incentivou ainda as mulheres a participar das causas feministas, a despertar para a luta, com responsabilidade social e o rompimento de toda forma de desigualdade e injustiça. Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional - TJMG Leia mais: • Empresa deve indenizar cliente que teve voo atrasado em quase 24 horas • Sentença nega indenização à criança mordida em creche • Para Sexta Turma, INSS deve arcar com afastamento de mulher ameaçada de violência doméstica

Publicado em 16 de março de 2020
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