Últimas notícias
Como requerer a aposentadoria com ajuda do planejamento previdenciário? Especialista explica Evento 100% digital “Crédito alimentar e flexibilidade procedimental em tempos pandêmicos e pós-pandêmicos” Demissão por WhatsApp é válida, mas pode gerar briga judicial entre patrão e empregado Inflação descontrolada no Brasil: um descompasso ao crescimento de 2021 Anatel certifica tecnologia nacional para bloquear sinal 5G nos presídios Eutanásia: a importância de discutir a morte com dignidade Pandemia eleva pedidos de testamento e inventário Marco regulatório da improbidade administrativa será dissecado no WFaria News, de quinta, 22/7, 9h30 Como requerer a aposentadoria com ajuda do planejamento previdenciário? Especialista explica Evento 100% digital “Crédito alimentar e flexibilidade procedimental em tempos pandêmicos e pós-pandêmicos” Demissão por WhatsApp é válida, mas pode gerar briga judicial entre patrão e empregado Inflação descontrolada no Brasil: um descompasso ao crescimento de 2021 Anatel certifica tecnologia nacional para bloquear sinal 5G nos presídios Eutanásia: a importância de discutir a morte com dignidade Pandemia eleva pedidos de testamento e inventário Marco regulatório da improbidade administrativa será dissecado no WFaria News, de quinta, 22/7, 9h30
Tributário

Reforma do IR evidencia necessidade de planejamento tributário

A segunda etapa da reforma tributária, que atinge especialmente o Imposto de Renda, promete complicar a vida das empresas, principalmente quanto à tributação dos lucros distribuídos e à obrigatoriedade de apuração do lucro real pelas…

A segunda etapa da reforma tributária, que atinge especialmente o Imposto de Renda, promete complicar a vida das empresas, principalmente quanto à tributação dos lucros distribuídos e à obrigatoriedade de apuração do lucro real pelas empresas que exploram atividades imobiliárias. Quanto aos lucros e dividendos distribuídos pelas empresas, a proposta de reforma prevê tributação de 20%. Hoje, ela é isenta de imposto.

De acordo com Adelmo Pereira, sócio da Planned Soluções Empresariais e Consultoria Contábil, o impacto na carga tributária final será elevado, pois o governo não acenou com uma correspondente redução na carga tributária das empresas. Ou seja, além de continuar pagando o imposto na empresa, haverá nova taxação quando o lucro for transferido aos sócios e acionistas. O setor imobiliário também terá a vida complicada, principalmente aquelas empresas menores compostas por diversos investidores e utilizam o sistema de sociedades em conta de participação (SCP), em que operam sob a responsabilidade integral de um "sócio ostensivo" e demais investidores figuram como "sócios participantes".

O texto enviado ao Congresso prevê que as SCP devem seguir o regime de tributação do "sócio ostensivo". Segundo Adelmo, a preocupação do governo é somente aumentar a arrecadação, pois retira das empresas a opção pelo escolha do regime mais benéfico. A opção pelo regime diferente do sócio ostensivo teve início em 2001, com a edição da IN SRF 31/2001.

De acordo com Adelmo Pereira, o planejamento tributário volta a ser necessário para as empresas, em especial aquelas constituídas para organizar a atividade profissional, pessoal ou decorrente do patrimônio, como as holdings imobiliárias. "Como é um projeto, poderá ser alterada no congresso. Porém, o que se espera é um retumbante aumento da carga tributária.

Ainda estamos analisando a situação com o objetivo de auxiliar para o planejamento e organização dos negócios, visando menor exposição ao aumento da carga tributária, pois muitos setores podem ficar inviabilizados com a reforma proposta", finaliza.

Publicado em 15 de julho de 2021
Siga no Instagram