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Comissão Arns se manifesta no Supremo Tribunal Federal sobre Lei de Segurança Nacional por meio de amicus curiae

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns - Comissão Arns ingressou com um pedido de amicus curiae, ou "amigo da corte", em ação do PSB (Partido Socialista Brasileiro) em torno da Lei de Segurança Nacional no STF…

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns - Comissão Arns ingressou com um pedido de amicus curiae, ou "amigo da corte", em ação do PSB (Partido Socialista Brasileiro) em torno da Lei de Segurança Nacional no STF (Supremo Tribunal Federal). A ADPF 799 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) trata de alguns dispositivos da lei que " ameaçam a liberdade de expressão, na medida em que dão ensejo à perseguição de opositores e críticos do governo". A representação da Comissão Arns foi elaborada em parceria com o escritório de advocacia de Sepúlveda Pertence, cujo sócio fundador é o ex-presidente do STF José Paulo Sepúlveda Pertence, e com a advogada Juliana Vieira dos Santos, coordenadora jurídica da Rede Liberdade.

A peça chama a atenção para dois artigos da Lei de Segurança Nacional que ameaçam preceitos da democracia: a criminalização da "incitação à subversão da ordem política ou social" (artigo 23) e a proibição de "caluniar e difamar o Presidente da República" (artigo 26). Além do amicus curiae, a Comissão Arns pretende apresentar memoriais relatando situações recentes de aplicação da Lei de Segurança Nacional, além de oferecer sustentação oral durante o julgamento da ADPF, por meio de seus representantes legais no caso. O documento na íntegra pode ser acessado aqui.

Publicado em 16 de junho de 2021
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